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Critérios para diagnóstico do Transtorno de Ansiedade de Separação
Publicado em 12 de maio de 2015

Quando a separação dos pais ou de outras figuras de referência causam dificuldades na rotina da criança, é possível que um Transtorno de Ansiedade de Separação esteja em curso. O problema atinge em média cerca de 4% das crianças e adolescentes com menos de 18 anos.

Segundo o DSM IV a ansiedade inapropriada e excessiva relacionada à separação do lar ou de figuras de vinculação, só pode ser diagnosticada quando são evidentes três ou mais dos seguintes aspectos por mais de 4 semanas:

-A criança sofre tanto com o o afastamento de figuras de vinculação quanto com a simples hipótese de tal afastamento.
-Preocupação com morte, acidente relativos a si mesmo ou aos pais e ainda desejo de morrer e sentimento de rejeição.
-Medo de sequestro ou de de exposição a qualquer situação que possa levar ao distanciamento da figura de vinculação.
-Recusa em ir à escola ou a qualquer outro lugar longe dos pais.
-Temor excessivo de ficar sozinho em casa ou afastado de adultos representativos na rua ou domicílio estranho.
-Dificuldade de dormir em quarto separado de adultos e até mesmo relutância em pernoitar longe de casa.
-Relato repetidos de pesadelos que envolvam a separação.
-Aparecimento de doenças com sintomas somáticos como cefaléias, dores abdominais e náusea mediante a separação ou a possibilidade dela.

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